Para evitar a tramitação da nova reforma trabalhista, ganha força a estratégia de aprovar o texto da Câmara sem alteração, com o compromisso do Palácio do Planalto de editar, em seguida, medida provisória com os ajustes dos senadores. E segundo o relator na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), pelo menos seis pontos da reforma trabalhista poderão ser alterados no Senado.

Segundo o Senador do Estadão, alguns pontos no texto da nova reforma geram preocupações, como a atividade de gestante e lactante em locais insalubres. No projeto, o afastamento do trabalho deixará de ser automático nas situações com risco “médio” e “mínimo” e, para deixar o trabalho, a gestante precisará apresentar laudo. Ferraço defende que a responsabilidade de afastar deve ser do empregado.

Outro ponto é a jornada intermitente, onde o empregado só trabalha quando é chamado pelo empregador. É acreditado que o texto ficou aberto demais, permitindo que a regra seja burlada. A mesma preocupação vale para a jornada de 12 horas trabalhadas com 36 horas de descanso.

Entre os demais pontos a serem alterados, está a possibilidade de redução do intervalo de almoço para 30 minutos, fim do intervalo de 15 minutos para mulheres antes da hora extra e a obrigação de que o empregado lave o uniforme da empresa.

Fonte: https://goo.gl/sX2pcf

 

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